• A importância da segunda desinfecção: TH4+® via gerador de fumaça

    A importância da segunda desinfecção: TH4+® via gerador de fumaça

    Avaliação realizada a campo

    Foi realizada uma avaliação utilizando o TH4+® via gerador de fumaça em aviário de frango de corte no interior de São Paulo, noroeste do estado.

    O objetivo do trabalho foi avaliar a redução da carga bacteriana antes e após a segunda desinfecção com TH4+ via gerador de fumaça, bem como avaliar a qualidade da fumaça gerada utilizando o produto puro.

    O aviário alojava cerca de 17.000 aves, com o galpão medindo 160m x 15,40m totalizando 2.464m² de área.

    O volume de TH4+ utilizado foi calculado a partir do volume total do aviário, em m³, conforme cálculo abaixo:

    Comprimento x Altura x Largura = Volume total do aviário em m³

    160 x 2,5 x 15,40 = 6.160m³

    Para cada 1m³ de instalação foi utilizado 1ml de TH4+®, sob forma pura.

    Então temos 6,160 litros de TH4+®.

    O equipamento utilizado foi um modelo elétrico da marca WALDMAN, modelo SMOKE SHOT 3000X, como mostra foto na sequência:

    1- Gerador de fumaça e TH4+®:

    2- Formação de névoa dentro do galpão: TH4+® puro.

    3- Coleta de swabs com luva estéril.

    Ao todo, foram coletados 4 swabs, de quatro pontos diferentes do aviário, antes e depois da segunda desinfecção:

    1. Bebedouro
    2. Comedouro
    3. Forro
    4. Cortina interna

    As coletas de swabs “pré segunda desinfecção” ocorreram em superfícies previamente limpas, e após a primeira desinfecção líquida. A coleta ocorreu sob superfícies secas. Os swabs “pós segunda desinfecção” foram coletados cerca de 10 horas após a aplicação do produto via gerador de fumaça.

    Os resultados dos swabs coletados foram tabelados e dispostos em gráficos para melhor visualização. Cada gráfico mostra um ponto de coleta, sua carga microbiana e sua taxa de redução.

    Conclusão

    De acordo com os resultados podemos concluir que a desinfecção via gerador de fumaça utilizando o TH4+® é eficiente na redução da flora bacteriana remanescente. Em alguns pontos a redução da carga bacteriana chegou a ser maior que 99%, nível considerado excelente para esta via de aplicação a campo.

    O resultado desta avaliação, via gerador de fumaça, assemelha-se com a avaliação realizada anteriormente utilizando o TH4+® via termonebulizador, onde também foram obtidas excelentes taxas de descontaminação.

    Tais resultados mostram a segunda desinfecção como fator crucial na eliminação da flora remanescente das superfícies das instalações, fazendo com que o lote de animais chegue em um local menos contaminado e possa expressar seu máximo potencial zootécnico.

    Além disso, a aplicação de TH4+® como segunda desinfecção via termonebulizador ou gerador de fumaça, confere outros benefícios como:

    • Uso de pouca água
    • Não molha o ambiente – não deixa chão nem cama úmidos podendo ser aplicado horas antes do alojamento
    • Rapidez do processo – economia de tempo para desinfecção de grandes áreas
    • Praticidade

    Outra conclusão que podemos destacar, é a carga microbiana inicial do forro, superfície geralmente esquecida na hora da limpeza, o que resultou em alta carga microbiana inicial (6,1 x 10³ UFC/ml), a mais elevada de todas as superfícies. Nesta superfície, entretanto, houve excelente taxa de descontaminação após a segunda desinfecção (99,84%), indicativo da eficiência do processo.

    Maurício Schiavo Marchi

    MV – Técnico Comercial

    THESEO SAÚDE ANIMAL

  • Compartimentação na Avicultura

    Compartimentação na Avicultura

    Conceito

    A definição de compartimentação é definida pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), e possui como objetivo certificar uma subpopulação animal com um status sanitário preservado de Influenza Aviária (IA) e Doença de Newcastle (DNC).

    O Programa de Compartimentação baseia-se em procedimentos de biosseguridade a fim de favorecer o controle destas e outras doenças e assegurar a manutenção do comércio avícola internacional. Desta forma, haverá uma redução dos impactos econômicos provocados pelo bloqueio das exportações devido à possíveis surtos destas doenças e a garantia de uma maior segurança sanitária à produção brasileira.

    A compartimentação permite que uma subpopulação animal seja separada de demais animais, sejam eles domésticos ou silvestres. Isso é viável graças a medidas de biosseguridade. Se por ventura, ocorrer um surto de alguma doença, o sistema de compartimentação permite ao país que o utiliza, tirar proveito das relações epidemiológicas entre os compartimentos e das medidas de biosseguridade para facilitar o controle da enfermidade e/ou a continuidade do comércio de carne e ou material genético entre os países.

    A gestão e medidas de biosseguridade são os pilares principais de um Compartimento. Os fatores geográficos também possuem um papel importante na separação adequada do compartimento e das populações animais circulantes e de diferentes status sanitário. Além disso, a infraestrutura dos núcleos de produção animal que compõem um Compartimento também possui grande contribuição para a eficácia da biosseguridade do mesmo.

    IA e DNC

    As doenças (IA e DNC), são doenças altamente relevantes para a avicultura, sendo consideradas como emergenciais e com grande potencial de causar impactos econômicos, devido às restrições comerciais e sanitárias.

    Várias podem ser as fontes de contaminação e os fatores de risco para introdução destas duas doenças: água, ração, pragas, genética, pessoas, veículos, equipamentos, materiais que compõem a cama, etc.

    Os prejuízos financeiros causados por estas doenças ao redor do mundo são astronômicos. Países como EUA, México, Chile, vários países asiáticos e europeus, sofreram surtos de uma ou duas das enfermidades citadas. Além de prejuízos financeiros, são doenças altamente relevantes no contexto de saúde pública.

    Para os lotes de animais afetados pelo vírus da HPAI (Influenza Aviária Altamente Patogênica), os índices de mortalidade podem chegar a 100%, dependendo da espécie acometida e o hospedeiro. Para a DNC, em casos severos, a mortalidade pode chegar até 100% do lote em poucos dias.

    Implantação do Compartimento

    As granjas e empresas que estiverem interessadas na criação de seus respectivos compartimentos terão que se adequar às normas de certificação sanitária, através da publicação da Instrução Normativa nº 21, de 21 de outubro de 2014 do MAPA. A IN oficializa o modelo produtivo e estabelece premissas a serem seguidas para que a empresa interessada a seguir o modelo de compartimentação seja certificada como tal e receba auditorias e supervisões regularmente.

    Para este fim, cada setor ou fase da cadeia avícola recebe um check list de compartimentação específico. Por exemplo: granjas de reprodução, granjas de corte, incubatórios, fábricas de ração e frigoríficos.

    Abaixo, um exemplo de check list de compartimentação, do MAPA, para Granjas de Corte:

    Analisando o questionário, o check list pede utilização de produtos que tenham ação comprovada, através de testes e laudos de eficiência, contra as doenças de Newcastle e Influenza Aviária.

    A THESEO SAÚDE ANIMAL, empresa fabricante e distribuidora exclusiva do desinfetante TH4+, confere aos seus clientes, os laudos e testes que os órgãos e instituições responsáveis pela Compartimentação requerem para atender aos parâmetros necessários. Algumas empresas têm procurado o TH4+ como produto de eleição, uma vez que fornecemos os laudos e documentos necessários que atendam à legislação.

    Outro ítem avaliado, é o Controle de Pragas, que também consta no check list, como no exemplo abaixo:

    Além disso, a IN trata de outras exigências para a certificação: instituição de uma Equipe de Gestão de Compartimento (EGC), documentação necessária para o Serviço Veterinário Oficial, registro de granjas e incubatórios, instituição de POPs para as medidas de biosseguridade, registros auditáveis de todos os procedimentos de biosseguridade, registros de medicações realizadas no lote, capacitação de todos os profissionais envolvidos, registros quanto ao consumo de água, ração e outros índices zootécnicos, fluxo de pessoas e veículos, qualidade da água, etc.

    Conclusão

    O Programa de Compartimentação, confere ao sistema de produção avícola brasileiro, uma garantia adicional de segurança sanitária e vem para complementar outros programas já implantados, como o Programa Nacional de Sanidade Avícola (PNSA) e o Programa de Regionalização, e outras medidas como a Instrução Normativa no 56 e no 59 do MAPA, que defini as normas e procedimentos de biosseguridade para registros dos estabelecimentos avícolas.

    O Brasil, país líder em exportação mundial de carne de frango, está sujeito à normas sanitárias e de biosseguridade cada vez mais rígidas. O Programa de Compartimentação veio para afirmar esta posição de destaque e de certificar a alta qualidade dos nossos produtos ao mercado interno e internacional.

    Maurício Schiavo Marchi

    MV – Assistente Técnico Comercial

    THESEO SAÚDE ANIMAL

    Referências

    MAPA. Compartimentação para IA e DNC na Cadeia Produtiva Avícola do Brasil. Disponível em: . Acesso em: 28 nov. 2017.

    MAPA. Ministério discute projeto de compartimentação. 2014b. Disponível em: . Acesso em: 21 nov. 2017.

    BRASIL. Instrução Normativa Nº 20. Brasília, 25 out. 2016. n. 205, Seção 1, p. 13-16. Disponível em: . Acesso em: 19 nov. 2017.

    MAPA. Ministério discute projeto de compartimentação. 2014b. Disponível em: . Acesso em: 29 nov. 2017.

  • Gripe aviária e Biosseguridade

    Gripe aviária e Biosseguridade

    Introdução:

    Agente etiológico

    A Gripe Aviária, também conhecida como Influenza Aviária, é uma enfermidade viral infectocontagiosa. Da família Orthomyxoviridae, existem 3 tipos de vírus dentro do gênero Influenzavírus: A, B e C. Dentre eles, o tipo A, de maior relevância por estar envolvido nas principais epidemias do mundo, pode acometer aves e mamíferos - suínos, equinos e humanos.

    De característica ubíqua, o Influenzavírus A é classificado de acordo com as estruturas glicoproteicas que se projetam a partir do envelope viral: hemaglutinina (H) e neuraminidase (N). Existem 16 tipos de hemaglutininas e 9 tipos de neuraminidases. Assim, a nomenclatura viral, HXNX, é baseada de acordo com sua antigenicidade, permitindo aos vírus poderem ser caracterizados com diferentes combinações.

    Histórico

    Todas as epidemias e isolamentos de alta patogenicidade foram encontrados estirpes dos subtipos H5 e H7. Nos EUA, na década de 80, levou mais de 2 anos para ser erradicada e acumulando um prejuízo de aproximadamente US$ 75 milhões e mais de 17 milhões de aves sacrificadas. Um dos casos mais recentes no país ocorreu em 2014/15 com o tipo viral H5, acumulando prejuízo de US$ 1 bilhão.

    Surtos da epidemia também ocorreram na África do Sul, acometendo avestruzes com o subtipo H5N2. Na década de 90, países como a Alemanha, Itália e Irlanda também sofreram com o impacto da doença em galinhas. Em todos estes casos foram isolados o subtipo H9N2.

    Desde 1997, o subtipo H5N1 vem sendo isolado em mais de 50 países. Neste caso, a cepa viral infectou também humanos, culminando na morte de mais de 200 pessoas, e 210 milhões de aves mortas ou abatidas por medidas de contenção.

    Em 2012/2013, o México viveu uma epidemia da doença que afetou principalmente aves poedeiras. Foram aproximadamente 25 milhões de aves mortas em 2012 na região de Jallisco. A estirpe viral encontrada foi a H7N3, de alta patogenicidade.

    O último caso, já em 2017, ocorreu no Chile, onde dois focos da enfermidade afetaram lotes de perus, na zona rural de Valparaíso, próxima a capital, Santiago. Resultados da análise laboratorial confirmaram que o tipo H7 de baixa patogenicidade é o agente etiológico. Apesar de não causar mortalidade nos animais, mais de 35 mil aves foram abatidas por medidas de contenção.

    Em virtude do caso, no Brasil, foram proibidas visitas à campo de clientes e fornecedores das agroindústrias por um período, à princípio, de 30 dias.

    Impacto

    A Influenza Aviária Altamente Patogênica (HPAI) faz parte da lista A do Código Zoosanitário Internacional da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). Isso se deve a dois fatores principais: a taxa de mortalidade e impacto econômico. A mortalidade pode chegar a 100% em um plantel em até 48 horas, dependendo da estirpe viral e espécie acometida. O impacto econômico se caracteriza por restrições comerciais e embargos econômicos, como a proibição da exportação.

    Alguns estudos realizados mostram que o impacto da HPAI, como H5N1 no Brasil, seria devastador, sendo difícil calcular os prejuízos em diferentes cenários. Além da proibição da exportação, mortalidade das aves e dos gastos envolvendo o controle, fiscalização e limpeza, a experiência de alguns países que vivenciaram a epidemia de Influenza demonstraram que há uma queda acentuada no consumo interno de carne e ovos, apesar de não haver evidencias científicas a respeito disso.

    No Brasil a doença ainda é considerada exótica. Entretanto, para mantermos o status de país livre ainda há muito trabalho a ser feito. A união dos diferentes setores da cadeia avícola é primordial para estabelecer medidas de controle eficazes para a contenção da epidemia. O setor público (Ex. MAPA e Ministério da Saúde), e o privado, como as agroindústrias integradoras, deverão somar forças para combater e erradicar a doença em caso de surto ou epidemia.

    Medidas de Controle e Prevenção

    Vacinas

    No mercado existem vacinas vivas recombinantes, vacinas de DNA e inativadas. Entretanto, a existência de um grande número de subtipos e tamanha capacidade de replicação e mutação viral, constitui um sério problema para o desenvolvimento de vacinas efetivas. Apesar do avanço no desenvolvimento das vacinas sua utilização não induz a uma resposta imunológica confiável, a ponto de imunizar 100% o plantel, porém elas existem e podem auxiliar no combate à doença.

    Biosseguridade

    Assim, em caso de risco de surto ou epidemia da doença, é importante focarmos em medidas de controle e prevenção. Neste contexto, surge uma palavra-chave de extrema importância denominada Biosseguridade. Algumas medidas neste sentido já foram tomadas pelos órgãos públicos competentes, como a Criação do Plano Operacional de Prevenção à Influenza Aviária, amparada no Programa Nacional de Sanidade Avícola (PNSA), que dentre outros itens, cita:

    -Suspensão, por tempo indeterminado, da importação de aves, seus produtos e subprodutos de países afetados pela doença;

    -Intensificação das medidas de vigilância para aves e produtos avícolas importados;

    -Atualização do cadastro georreferenciado das propriedades de criação avícola industrial e de aves de subsistência, conforme IN56 do MAPA;

    -Realização de um estudo de vigilância ativa para conhecimento prévio do status sanitário do plantel avícola nacional, realizado em aves de sistemas industriais e de criação de subsistência;

    -Realização de inquéritos soroepidemiológicos em aves migratórias.

    O MAPA, através da IN56, de 04 de dezembro de 2007, coloca pontos importantes para registro, fiscalização e controle de estabelecimentos avícolas. Um dos artigos da IN cita que as instalações avícolas devem conter telas antipássaros de malha fina inferior a 1 polegada de diâmetro, com exceção de galpões de postura comerciais no estilo californiano. Além disso, devem ser construídas com materiais que permitam fácil limpeza e desinfecção.

    Outras medidas de prevenção implantadas se encontram no link abaixo:

    http://www.canalrural.com.br/noticias/rural-noticias/gripe-aviaria-chegada-brasil-questao-tempo-diz-governo-65671

    Dentre os quatro pilares que sustentam a Biosseguridade há dois pontos fundamentais para controle e erradicação da Influenza Aviária: o primeiro é o controle de fluxos e o outro limpeza e desinfecção:

    -Controle de fluxos: em casos de surtos e epidemias os animais devem ser abatidos imediatamente, o controle de pessoas e veículos deve ser restrito e a propriedade deve ser interditada, criando-se a zona de proteção e zona de vigilância. É importante como medida preventiva, a obrigatoriedade de banhos, troca de roupas e calçados na entrada e saída das propriedades.

    -Limpeza e desinfecção: Instalações, portos, aeroportos e fronteiras devem implantar sistemas rígidos de desinfecção. Para isso, deve-se utilizar um produto eficiente no combate ao agente. Um aspecto fundamental na escolha dos produtos para limpeza e desinfecção é avaliar se o desinfetante possui ação viricida.

    Sabe-se que é um agente de rápida difusão, e um dos principais meios dessa difusão viral é por veículos automotores e fômites contaminados. Dessa forma, além da desinfecção das instalações, o desinfetante deve ser aplicado sob veículos via arcolúvios ou rodolúvios, também conhecidos como arcos de desinfecção.

    Inúmeras granjas pelo Brasil não possuem ou não utilizam tal ferramenta extremamente importante no combate à difusão da doença. O desinfetante escolhido deve apresentar laudos e testes de eficiência laboratoriais de instituições reconhecidas.

    A THESEO SAÚDE ANIMAL, especialista em Biosseguridade, conta com o desinfetante TH4+, de ação viricida e não mancha os veículos desinfetados. O produto possui 25 anos de experiência internacional e vários laudos laboratoriais comprovando sua eficácia contra várias estirpes do Influenza vírus, inclusive da estirpe altamente patogênica, H5N1, e outras cepas, como mostra a tabela abaixo:

    Conclui-se que o TH4+ inativa estirpes do Influenza vírus em concentrações a 0,1% ou 0,5%, mostrando forte eficácia contra a Gripe Aviária.

    Vias de aplicação:

    Conclusão

    Todo o esforço é válido contra a entrada da enfermidade no país. Tanto os poderes públicos como instituições privadas, devem somar forças no combate à doença. Em casos de surto ou epidemia, deve-se implementar as medidas de contenção o mais rapidamente possível para barrar a difusão do patógeno.

    Apesar de todo o esforço não há garantias de que o país em um futuro próximo ou distante seja livre da doença, pois há fatores incontroláveis que também são responsáveis pela difusão viral, caso das aves aquáticas migratórias, reservatórios naturais do vírus da Influenza que possuem como rota de migração o Brasil. Portanto, a chegada da doença ao Brasil é questão de tempo.

    Maurício Schiavo Marchi - MV - Assistente Técnico Comercial THESEO SAÚDE ANIMAL

  • Vias de aplicação TH4+

    Vias de aplicação TH4+

    Desinfetante de amplo espectro de referência global à base de amônia de 5a geração e Glutaraldeído, o TH4+ está presente no mercado mundial há mais de 25 anos.

    Composição

    Amônia de 5a geração

    Blend de amônias de 5a geração, conferindo atividade bactericida, fungicida e viricida.

    Glutaraldeído

    Livre de formaldeído e metanol
    Eficácia garantida
    Biodegradável
    Não carcinogênico

    Terpineol

    Terpineol é um extrato de álcool com cheiro de limão, que possui atividade antimicrobiana, antisséptica, antiviral, bactericida e repelente de insetos.

    Óleo de Pinho

    Obtido a partir da destilação de madeira de pinho. É eficaz contra bactérias. Confere ao produto maior capacidade de aderência em superfícies verticais.

    Características e estabilidade

    Estabilidade por 21 dias em água com 1000 ppm de CaCO3 a 50o C

    Excelente estabilidade mesmo após congelamento por 75 dias.

    Baixa temperatura: aprovado para uso em água à 4o C

    Alta estabilidade: validade 3 anos

    Espectro de ação

    Viricida
    Bactericida
    Fungicida

    Testes a campo: diferentes tipos de aplicação

    Via: aspersão com mangueira

    Foram realizados swabs para teste em aviário de frango de corte em integradora do Paraná. Os resultados foram satisfatórios, indicando a importância do processo de desinfecção.

    Via: termonebulização

    Outra avaliação a campo foi realizada com uso de TH4+ via termonebulização. O teste ocorreu em aviário de frango de corte em integradora no estado de São Paulo utilizando TH4+ puro.

    EPIs utilizados: luvas, roupa impermeável, máscara de gás facial total, propé impermeável.

    Formação de névoa no interior do galpão – aplicação com TH4+ puro

    Conclusão

    Os resultados, como se pode observar, também foram satisfatórios utilizando uma via de aplicação com termonebulizador.

    Como qualquer processo de desinfecção, a aplicação de TH4+ via termonebulizador deve ser feita em superfície previamente limpa, livre de matéria orgânica. Portanto, faz-se necessário a realização correta do processo de limpeza, anteriormente à aplicação.

    Benefícios da termonebulização

    Esta via é amplamente utilizada na Europa, sendo uma alternativa eficaz na desinfecção de ambientes, fazendo uso de pouca água. Isso faz com que a instalação não fique molhada durante a aplicação, sendo indicada em climas úmidos e frios, onde a secagem da instalação fica comprometida.

    Principais benefícios:

    • Uso de pouca água
    • Não molha o ambiente, não deixa chão nem cama úmidos
    • Rapidez do processo, economia de tempo
    • Eficiência do processo, boa taxa de descontaminação
    • Praticidade
    • Desinfecção de grandes áreas

    Maurício Schiavo Marchi

    MV – Assistente Técnico Comercial

    THESEO SAÚDE ANIMAL

  • THESEO na Mídia: Theseo participa em mais uma edição da Festa do Ovo

    Em mais uma edição da Festa do Ovo, a Theseo participou como apoiador do Concurso de Qualidade de Ovos de Bastos 2017.

    A empresa reforça sua presença na avicultura brasileira, apoiando os importantes eventos e levando informações relevantes sobre Biosseguridade para os produtores rurais.

  • THESEO (AVRIL Group) realiza a aquisição da EWABO, tornando-se líder em bioseguridade animal na Europa.

    THESEO (AVRIL Group) realiza a aquisição da EWABO, tornando-se lider em bioseguridade animal na Europa.

    O acordo assinado pelas duas partes prevê a aquisição de 100% das ações da empresa EWABO pelo grupo AVRIL, cuja linha de negócios de Biosseguridade e Especialidades Nutricionais (BSN) - que inclui a Theseo - reforçando seu crescimento e expansão.

    THESEO (Grupo AVRIL) e EWABO, duas importantes empresas da biosseguridade, fecharam proposta de aliança para reforçar as suas posições no mercado europeu de pecuária, criando um novo conjunto de líderes em biosseguridade em produção animal.

    O acordo assinado pelas duas partes prevê a aquisição de 100% das ações da empresa EWABO pelo grupo AVRIL, cuja linha de negócios de Biosseguridade e Especialidades Nutricionais (BSN) - que inclui a Theseo - reforçando seu crescimento e expansão internacional. Através desta aquisição, a BSN reafirma a sua ambição de posicionar-se como um líder global em inovação para a produção animal sustentável.

    Uma Aliança Estratégica

    Enquanto a THESEO se posiciona em um dos mercados europeus mais importantes de produção animal, Alemanha, esta aliança reforça ainda mais a sua oferta de produtos e inovação no mercado francês e em outros países onde possui filiais, caso do Brasil.

    "A aquisição da EWABO, um dos líderes alemães em biosseguridade, é um novo passo na estratégia de desenvolvimento internacional da THESEO, reforçará a liderança de ambas as empresas em seus mercados nacionais e implementará sinergias que acelerarão o nosso desenvolvimento na Europa", diz François Martignoni, CEO da THESEO.

    "A aliança com a THESEO, reconhecida especialista em biosseguridade, permitirá à EWABO impulsionar seus projetos de crescimento e aproveitar as novas oportunidades de desenvolvimento. Compartilhamento de forças e competências oferece possibilidades emocionantes para melhorar ainda mais a inovação e criar novos conceitos mais eficazes, oferecendo mais valor aos nossos clientes ", comenta Michael Giesen e Dr. DimitriosOuzounis, Diretores Associados da EWABO.

    Note-se que as redes de distribuição internacionais da THESEO e da EWABO se beneficiarão das complementaridades da nova organização para acelerar o seu desenvolvimento. Além disso, tendo em conta as alterações regulamentares no domínio dos produtos biocidas, esta aliança oferece a capacidade de apoiar as suas capacidades de investigação, proporcionando aos seus clientes produtos e serviços de ponta.

    Este novo empreendimento dedicado à biosseguridade incluirá, após a integração da Ewabo, uma centena de funcionários, espalhados por quatro locais de produção na França, Alemanha, Reino Unido e Brasil. O volume de negócios é superior a 25 milhões de euros.

    Sobre THESEO

    Especialista francês no desenvolvimento, fabricação e comercialização de produtos e serviços de biosseguridade na produção animal, a THESEO, com sede em Laval, França. A THESEO conta com uma subsidiária internacional no Brasil, Reino Unido, bem como uma rede de 56 distribuidores. www.theseo-biosecurity.com

    About Ewabo

    Especialista alemão no desenvolvimento, fabricação e comercialização de produtos e serviços de biosseguridade, a EWABO, tem sede em Wietmarschen. Conta com uma rede internacional de setenta distribuidores. www.ewabo.de

    About the Avril Group

    Fundada em 1983 pela iniciativa de agricultores franceses para o desenvolvimento dos setores de óleos e proteínas, a Avril se tornou um importante grupo financeiro e industrial que está em crescimento na França e no exterior.

    Presente em setores tão diversos como alimentação, nutrição e especialidades nutricionais, energia renovável e química, a Avril tem um portfólio de marcas fortes, líderes de mercado: Diester®, Sanders, Lesieur, Puget, MatinsBunica, Taus, etc.

    Em mais de 30 anos, o Grupo mudou de tamanho, mas seu objetivo permanece o mesmo: criar valor sustentável nos setores de óleos e proteínas, contribuindo assim para uma melhor alimentação dos seres humanos e preservação do planeta.

    Para cumprir a sua missão, a Avril conta com as suas atividades industriais, organizadas em torno dos setores vegetal e animal, bem como o seu negócio de investimentos, que aplica através da Sofiprotéol, a sua empresa de finanças e desenvolvimento.

    Em 2015, o Grupo Avril atingiu um volume de negócios de 6,1 milhões de Euros. Tem 7.200 funcionários em 21 países.

  • Sano: Sanidade a Mais no Portfólio

    NOVA LINHA DA THESEO CONTEMPLA SEIS NOVAS SOLUÇÕES PARA BIOSSEGURANÇA DE BOVINOS DE LEITE

    O Brasil passa a ganhar mais força nos negócios mundiais da francesa Theseo (com sede no Brasil em Hortolândia/SP). Com seis passos, a empresa acessa um potencial de mercado que ainda não tinha contato.

    Em uma manobra estratégica de lançamentos, os produtos de suínos e aves dividirão as atenções com os de bovinos em lactação, “abrindo as portas para uma nova realidade de negócios”, afirma o diretor Geral Pablo Vilela.

    De acordo com o profissional, a empresa está diversificando as ações de trabalho em uma extensão de portfólio e a nova iniciativa ganha corpo e nome: Sanofoamy, Sanoacid, Sanocidex, Sanoclin, Sanoclor e Sano Teto. A linha Sano, que é prefixo no nome de todos, torna-se a maior em quantidade de produtos da empresa e contempla limpeza e desinfecção de ordenha, além de uma formulação para pré e pós-dipping. (Os detalhes de cada um no box Conheça os lançamentos).

    Produzida há dois anos na França, a linha adquiriu robustez e o feedback positivo do mercado, conforme relata Vilela, fez com que adentrasse no território nacional mas, com melhorias locais. “Mesmo com produtos semelhantes atuando fora do Brasil, aqui as soluções ganharam novas formatações. Tivemos liberdade no aprimoramento com a possibilidade de desenvolver localmente. Uma construção tropicalizada”, explica o executivo. Em território verde e amarelo foram criadas duas soluções exclusivas, em um processo que durou dois anos para ser viabilizado: “Precisamos nos estabelecer em aves e suínos antes de atuar fortemente em leite”, diz Pablo que completa que essa fase de análise levou em consideração outros pontos para dar aos produtos maior competitividade, assim que disponíveis no mercado. “Como a linha será produzida no Brasil,temos um menor custo, mantendo a qualidade de nível internacional”, garante.

    A proposta Sano, que iniciou suas apresentações aos produtores em fevereiro, é de auxiliar junto as exigências do setor por biossegurança e qualidade do leite, com o compromisso do País estabelecido em instrução normativa, de diminuir a contagem de célula somática e a contagem bacteriana total. “Temos o know-how da Europa para atingir o limiar determinado. E, nossa aposta, é entrar não somente com produtos, mas, ao mesmo tempo, com prestação de serviços junto a pro­fissionais atuantes no campo”, comenta o diretor que adiciona a esse fato duas novas contratações especializadas em qualidade do leite para realizar esse trabalho.

    Para penetração no agribusiness a empresa preparou um mapeamento de distribuidores e parceiros comerciais de São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Os polos do setor leiteiro auxiliarão nesse início de contato. “Somos reconhecidos como uma empresa que preza qualidade no segmento de aves e suínos. O objetivo é trazer essa referência aliada à marca Theseo para um novo mercado, transformando o nome em sinônimo de con­abilidade e bons resultados”, destaca Vilela.

    Com os lançamentos, a empresa espera alcançar 25% do share com bovinos de leite, mantendo os outros 75% com os demais produtos do portfólio.■

    Fonte: Revista Feed&Food (Abril/2016)

  • Infestação de Moscas

    Nome científico: Musca domestica

    Nome comum: mosca-de-casa, mosca, mosca doméstica e mosquito

    Biologia: A Musca domestica espécie eussionantrópica, endófila e acentuadamente comunicativa, o que lhe confere “ status” marcante como vetor. Originalmente coprófaga, adaptada aos lixos orgânicos urbanos e rurais, ocorre praticamente durante todo o ano, sendo cosmopolita. Tem atividades e dispersão acentuada. Pertence a família Muscidae. É acinzentada com 4 faixas escuras longitudinal no tórax e 4º nervura da asa angular. Mede +/- 7 mm.
    Se desenvolvem-se por metamorfose gradual passando pelos estágios de ovo, larva, pupa e adulto. O paladar da mosca está em suas patas, e ela não se alimenta de alimentos secos, daí seu hábito de regurgitar nos alimentos para depois comer. Quando realiza esse procedimento contamina toda a superfície com patógenos que carrega dentro de seu corpo. Daí a alta taxa de infecção em granja com alto índice de moscas.
    Os ovos possuem a forma de banana e medem cerca de 1mm de comprimento. Os ovos são depositados sobre substâncias orgânicas como esterco e lixo ou qualquer material em putrefação, a deposição ocorre preferencialmente em locais onde a matéria
    Orgânica se apresenta mais liquefeita, pois são muito sensíveis à perda de umidade.do ovo eclodem as larvas em torno de 8 a 24 horas, dependendo da temperatura.

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    Larva
    As larvas se alimentam da matéria orgânica em decomposição (esterco ou lixo) e de bactérias presentes no esterco. O período larval dura cerca de 5 a 8 dias, variando de acordo com a umidade, o calor e a presença de matéria orgânica. Geralmente ficam agrupadas, são vermiformes, esbranquiçadas, movimentam-se muito, não gostam de luz e alimentam-se ativamente. Passam por 3 estágios larvais (L1, L2 e L3) e trocam de pele 2 vezes. Ao passar de um estágio a outro, as larvas perdem sua antiga “pele” (cutícula) e produzem uma nova cutícula, a qual é formada por uma substância denominada quitina. Um quilo de esterco pode nutrir 1.000 larvas.

    Pupa
    Quando as larvas completam seu desenvolvimento, se movem para as áreas mais secas do esterco ou
    lixo, em geral são as bordas do substrato, onde ocorre a transformação para a fase de pupa. O tegumento da larva se contrai, endurece e escurece, tomando a forma de um barril, denominado pulpário, dentro do qual irá se desenvolver a forma adulta. No início, o pupário tem a coloração amarelada, mudando gradativamente para castanho-claro a castanho-escuro, dentro de 24 horas. A duração da fase de pupa depende da umidade e temperatura.
    O tempo de duração deste estágio é de 3 a 4 dias na temperatura de 25 a 30°C.


    Adulto
    Quando a mosca adulta emerge do pulpário, ela apresenta o corpo mole, incapaz de voar.
    Ela move-se vagarosamente até encontrar um local apropriado para descansar, onde irá esticar inteiramente suas asas e endurecer sua cutícula. Pode levar até 24 horas, antes que as moscas possam usar suas asas e voar, momento em que ocorre o acasalamento. As moscas adultas vivem apenas cerca de uma semana. Durante sua vida uma fêmea de Musca domestica deposita de 800 a 1.200 ovos.

    BIOECOLOGIA

    As moscas se desenvolvem e se alimentam na matéria orgânica em decomposição. Fezes de animais são importantes substratos para esses dípteros, assim como o lixo, excrementos humanos e de animais, insetos mortos, matéria orgânica vegetal em decomposição, carnes salgadas, ninhos de pássaros, frutas maduras, extratos vegetais,
    sucos, matéria orgânica em fermentação.


    Umidade
    As larvas de mosca precisam de umidade, e o acúmulo de esterco úmido aparece como um lugar propício para o seu desenvolvimento. As condições são facilitadas quando há a presença de bebedouros com vazamentos ou alagamento. Inversamente, se o esterco secar rapidamente, as larvas não poderão se desenvolver totalmente e morrerão.

    Temperatura
    As larvas da mosca se desenvolvem mais rapidamente em temperaturas elevadas. Sob a temperatura de 30°C, as moscas podem completar o ciclo de vida (de ovo a adulto) em apenas dez dias. Sob baixas temperaturas este desenvolvimento é desacelerado. Em galpões onde a temperatura é controlada, as moscas representam um problema durante o ano todo.
    No esterco há muitos predadores e parasitas que se alimentam do ovo, das larvas e da pupa
    das moscas. Entre eles incluem-se muitas espécies de ácaros que se alimentam dos ovos, besourosque se alimentam de larvas e pequenas vespas que põem seus ovos dentro das pupas, as quais servem de alimento para as suas próprias larvas.
    É conveniente deixar uma base de esterco seco para ajudar a absorver a umidade das fezes frescas,formando assim um substrato para a criação e preservação destes insetos benéficos.

    Transmissão de doenças: As moscas são vetores potenciais de microrganismos diversos, entre eles vírus, bactérias, protozoários e fungos. A transmissão do agente etiológico pode ser mecânica e caracterizada pela transferência dos microrganismos das áreas sujas para as áreas limpas, pela aderência dos mesmos ás partes do corpo das moscas. Além da transmissão mecânica, pode ocorrer a transmissão biológica, caracterizada pela ingestão do microrganismo pela mosca e sua expulsão junto ás fezes.
    Quando se tem uma combinação dos dois mecanismos, a chance de transmissão aumenta. As moscas também podem contaminar utensílios e ambientes humanos ao expelir a gota de saliva para dissolução dos alimentos sólidos. As doenças vetorizadas pelas moscas são, de um modo geral, de origem gastrointestinais como: Cólera, diarreias, poliomilites, disenterias, etc....
    As intoxicações alimentares são comuns, tendo como vetor a mosca.

    Medidas Preventivas:
    • Implantação do controle de Biossegurança na granja;
    • O manejo adequado de matéria orgânica é o princípio básico da prevenção e do controle de moscas;
    • Colocação de monitorias para avaliar índice de infestação.

    Medida Curativa:
    • Levantamento da área total infestada;
    • Mapeamentos de pontos críticos;
    • Identificação de espécies infestantes;
    • Definições de controle químico, físico e/ou Biológico.

    Controle Químico:

    Adulticida com poder residual :- Nitrocyper 250 CE / Synper Plus
    Adulticida para controle de alados sem residual; DDVP 1.000
    Adulticida + Larvicidas : Synper Plus + Metroprag 2,5 CE ou DDVP 1000 + Metroprag 2,5 CE
    Larvicidas :- Metoprag 2,5 CE

    Dosagem : conforme bula.

    Equipamento de aplicação: Os mesmo utilizado na rotina da granja.

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    Autor: Rildo Belarmino: Biólogo da THESEO – Especialista em Controle de Pragas
    Fonte: Manual Técnico ABCVP/RJ

    Veja reportagem completa em: http://www.flip3d.com.br/web/pub/opresenterural/

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